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- Como é fazer terapia comigo? 10 perguntas para quem está pensando em começar
Começar a fazer psicoterapia nem sempre é fácil. Às vezes, a pessoa sente vontade, mas também sente medo. Fica em dúvida sobre como funciona, o que vai precisar falar, se vai ser julgada, se vai dar conta, se realmente precisa ou se “não é sofrimento suficiente” para procurar ajuda. Mas, se tu estás pesquisando, buscando informações ou tentando entender melhor como a terapia funciona, talvez tu já tenhas dado um primeiro passo importante: reconhecer que cuidar da saúde mental importa. Foi o tempo em que se pensava que terapia era apenas para quem estava em sofrimento psíquico intenso. A psicoterapia pode ajudar em momentos de crise, sim, mas também pode ser um espaço de autoconhecimento, elaboração, cuidado, prevenção, escolhas e busca de sentido. Conversei com alguns amigos e pacientes e pedi que compartilhassem comigo dúvidas que tinham sobre psicoterapia e também sobre a minha forma de trabalho. Organizei neste texto algumas dessas perguntas e respostas. Espero que elas te ajudem a entender melhor esse processo e, quem sabe, a dar o próximo passo com mais tranquilidade. Por onde começamos? Começamos com uma sessão de avaliação. Nesse primeiro encontro, eu vou te conhecer melhor, entender o que estás buscando e avaliar como posso te ajudar. Também é o momento para tu conheceres um pouco da minha forma de trabalho. Quando possível, já construímos um plano terapêutico inicial, com alguns caminhos para o processo. Em alguns casos, pode ser necessário mais de uma consulta para compreender melhor a história, a demanda e os próximos passos. Esse primeiro encontro também é importante para tu perceberes se faz sentido para ti. Na psicoterapia, o vínculo terapêutico é fundamental. É importante que tu te sintas confortável, acolhido e com confiança para viver esse processo. Terapia também é encontro. E esse encontro precisa fazer sentido. Eu preciso saber exatamente o que estou sentindo? Não. Muitas pessoas chegam à psicoterapia dizendo: “não sei explicar, mas não estou bem”. E tudo bem. A terapia também é um espaço para colocar em palavras aquilo que, por dentro, ainda está confuso. Meu papel é te ajudar a falar, observar e compreender o que está acontecendo contigo, ou aquilo que tu vens enfrentando. A gente vai olhando junto, com calma, para os sentimentos, pensamentos, histórias, medos, escolhas e situações que talvez estejam pesando. Tu não precisas chegar com tudo pronto. A terapia também serve para organizar o que ainda não encontrou nome. Qual é a tua abordagem? Minha base clínica integra a Logoterapia e Análise Existencial, a Psicologia Positiva, práticas de regulação emocional e elementos da Filosofia, especialmente no cuidado com temas como sentido da vida, escolhas, sofrimento, liberdade e responsabilidade. Entendo a abordagem como um eixo que orienta a forma de olhar para o ser humano e conduzir o processo terapêutico. No meu caso, a Logoterapia é uma base importante, mas também uma abordagem transversal, que permite dialogar com outras técnicas e recursos. Por isso, gosto de pensar meu trabalho como uma caixa de ferramentas: nela entram minha formação em Psicologia, minha especialização em Logoterapia, Psicologia Positiva, Meditação, práticas de regulação emocional e minha formação em Filosofia. Ao longo do processo, vamos compreendendo juntos quais ferramentas fazem mais sentido para aquilo que a pessoa está vivendo, sempre respeitando sua história, seu tempo e suas necessidades. A terapia é só conversar? Conversar é uma parte importante da psicoterapia, mas não é “só conversar”. Na sessão, a pessoa pode trazer emoções, sentimentos, conflitos, dúvidas e situações que talvez ainda não estejam bem organizadas por dentro. A escuta clínica ajuda justamente a olhar para isso com mais calma: reconhecer padrões, compreender emoções, perceber repetições, entender por que determinadas situações incomodam tanto e construir caminhos possíveis. Ao longo do processo, eu também vou fazendo intervenções, perguntas e provocações, como: “tu te escutaste falando isso?” ou “o que essa situação está tentando te mostrar?”. Além da conversa, posso utilizar planejamentos, instrumentos, registros, pesquisas, testes e exercícios para ajudar a organizar sentimentos, pensamentos e comportamentos. Então, sim, a terapia envolve conversa, mas também envolve método, técnica, vínculo, reflexão e construção de recursos para lidar melhor com a vida concreta. A terapia pode ser online ou presencial? Sim. Atendo online e presencialmente, em Porto Alegre, no bairro Menino Deus. As duas modalidades podem ser profundas e eficazes, desde que exista vínculo, compromisso e um espaço adequado para o atendimento. Como saber se está na hora de procurar terapia? Talvez quando tu percebes que está difícil carregar tudo sozinho. Quando a ansiedade pesa, quando a tristeza se prolonga, quando o corpo dá sinais, quando as relações machucam ou quando a vida parece perder direção. Psicoterapia é um espaço de cuidado, escuta e reconstrução. Com o que você mais trabalha? Trabalho com demandas como ansiedade, depressão, luto, estresse, crises, transições de vida, dificuldades relacionais, autoestima, vazio existencial e busca de direção. Sou formado em Psicologia pela PUCRS e, ao longo da minha trajetória, fui aprofundando minha formação em Logoterapia e Análise Existencial, Psicologia Positiva, práticas de regulação emocional, manejo do estresse crônico e, mais recentemente, Tanatologia, que é o campo de estudo sobre a morte, o morrer e os processos de luto. Também tenho experiência com projetos de vida, especialmente em contextos universitários, o que me levou a estudar metodologias como o Ikigai. Na clínica, o sentido da vida entra como um eixo importante para compreender e reorganizar a experiência humana. Na sessão de avaliação, busco entender a tua demanda e perceber se tenho os recursos adequados para te ajudar. Quando entendo que outro profissional pode contribuir melhor com determinada situação, também faço esse encaminhamento com responsabilidade. Atendimento online funciona? Sim, o atendimento online pode funcionar muito bem, desde que a pessoa tenha um espaço reservado, seguro e com privacidade para a sessão. Atendo tanto online quanto presencialmente, e as duas modalidades podem ser profundas e efetivas. O mais importante é o vínculo, a continuidade e a qualidade do encontro. No online, a terapia pode acontecer de onde a pessoa estiver, facilitando a rotina e diminuindo deslocamentos. No presencial, há também a experiência do consultório como espaço físico de cuidado. A escolha depende do que faz mais sentido para ti. Vocês aceitam plano de saúde? No momento, não atendo por plano de saúde. No entanto, busco oferecer diferentes formas de pagamento para facilitar o acesso ao processo terapêutico. O pagamento pode ser feito via Pix, cartão de crédito por link de pagamento online ou boleto. Também existe a possibilidade de combinar formatos de pagamento por sessão, pacote ou fechamento mensal, conforme fizer mais sentido para cada pessoa. A ideia é encontrar uma forma viável, clara e organizada, para que o cuidado com a saúde mental também possa caber na tua realidade. O atendimento presencial é feito onde? O atendimento presencial acontece no meu consultório, no bairro Menino Deus, em Porto Alegre. O espaço fica no Getúlio Vargas Prime Offices, na Av. Getúlio Vargas, 1151, Bairro Menino Deus, Porto Alegre/RS, CEP 90150-001. Também realizo atendimentos online, para quem prefere ou precisa de mais flexibilidade na rotina. Não encontrou o que estava procurando? Tudo bem. Me envie a sua dúvida e vou te responder com calma. Você pode entrar em contato comigo pelo WhatsApp: (51) 99998-5958 ou clicar diretamente aqui para iniciar a conversa:
- O que é Logoterapia? Perguntas e respostas sobre o sentido da vida
A Logoterapia e a Análise Existencial formam uma abordagem psicológica criada pelo médico e psiquiatra Viktor E. Frankl. Diferente de outras terapias, ela foca na busca por um propósito e na capacidade humana de superar desafios. Para aproximar esses conceitos da sua realidade cotidiana, preparamos 10 perguntas e respostas simples sobre como essa teoria pode ajudar você a viver de forma mais plena. O que é a Logoterapia e como ela pode me ajudar no meu dia a dia? A Logoterapia, muitas vezes chamada de "Terceira Escola Vienense de Psicoterapia", é uma terapia centrada no sentido da vida. A palavra grega logos significa "sentido". Diferente de outras abordagens que focam muito no passado ou nos instintos, a Logoterapia olha para o futuro e para as tarefas e propósitos que você tem a realizar. Ela pode ajudar no seu dia a dia quebrando o círculo de focar apenas em si mesmo e nos próprios problemas, orientando você a encontrar razões para viver e agir no mundo. 2. Quem foi Viktor Frankl e por que sua história nos inspira tanto? Viktor Emil Frankl Viena, 26 de março de 1905 - Viena, 2 de setembro de 1997. Viktor E. Frankl foi um psiquiatra austríaco que sobreviveu a quatro campos de concentração nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Nesses locais, onde as pessoas perdiam tudo, sofriam com a fome, o frio e a brutalidade, Frankl observou que os prisioneiros que tinham um propósito (como uma pessoa amada os esperando ou uma tarefa futura a cumprir) tinham maior probabilidade de sobreviver. A sua própria teoria foi testada ao extremo, provando que o ser humano é capaz de suportar condições terríveis se encontrar um "porquê" viver. 3. Muitas vezes sinto um tédio profundo e a sensação de que a vida não tem graça. O que é isso? A Logoterapia chama isso de "vazio existencial", um fenômeno muito comum nos dias de hoje, que se manifesta principalmente como um estado de tédio constante. Isso acontece porque, diferente dos animais, nós não temos instintos que nos dizem exatamente o que fazer, e, diferente dos nossos antepassados, as tradições já não ditam como devemos agir. Sem saber o que fazer, muitas pessoas acabam apenas imitando os outros (conformismo) ou fazendo o que mandam (totalitarismo). Esse vazio pode aparecer até no fim de semana, na chamada "neurose dominical", quando a correria da semana acaba e a pessoa se depara com a falta de conteúdo em sua vida. 4. Existe uma fórmula pronta ou um "sentido geral" para a vida de todo mundo? Não. Não existe um sentido abstrato ou geral da vida que sirva para todos. O sentido da vida difere de pessoa para pessoa, de um dia para o outro, e até de uma hora para a outra. Em vez de perguntarmos à vida qual é o sentido dela, nós é que devemos reconhecer que a vida está nos fazendo perguntas diariamente, e nós respondemos a ela assumindo a responsabilidade pelas nossas ações e escolhas. 5. Como posso, na prática, descobrir o sentido da minha vida? Segundo Frankl, podemos descobrir o sentido da vida de três maneiras principais: Praticando um ato ou criando um trabalho (valores criativos); Experimentando algo, como a bondade, a beleza da natureza, ou amando alguém (valores vivenciais); Pela atitude que tomamos diante de um sofrimento inevitável (valores de atitude). 6. Se eu ficar desempregado ou não gostar do meu trabalho, minha vida perde o sentido? Não. O sentido da vida não se reduz apenas ao trabalho remunerado. Frankl percebeu, em estudos com jovens desempregados, que a "neurose de desemprego" vinha da ideia errada de que "não ter emprego = ser inútil = não ter sentido". Quando essas pessoas desempregadas passaram a usar seu tempo livre para fazer trabalhos voluntários, ajudar na educação de adultos ou na comunidade, a depressão delas desaparecia, mesmo que continuassem sem dinheiro. O ser humano não vive apenas de bem-estar financeiro, mas da necessidade de se sentir útil e com um propósito. 7. E os relacionamentos? O amor realmente dá sentido à vida? Sim, o amor é uma das vias mais profundas para se encontrar sentido. Quando experimentamos o amor e nos encontramos com outro ser humano em sua total originalidade, estamos vivenciando um sentido pleno. O amor permite que você veja a pessoa amada em sua essência e a ajude a realizar os potenciais que ela tem. Saber que alguém nos ama e nos espera no mundo é uma das forças mais poderosas para a sobrevivência humana. 8. Como a Logoterapia explica o sofrimento? Há sentido em sofrer? É fundamental entender que o sofrimento só tem sentido se ele for inevitável (como uma doença incurável ou a morte de um ente querido). Se você pode evitar o sofrimento, o certo é resolver o problema, pois sofrer sem necessidade é masoquismo, não heroísmo. Mas quando enfrentamos um destino que não podemos mudar, temos a oportunidade de realizar o valor mais elevado: a nossa atitude. Nós podemos transformar uma tragédia pessoal em um triunfo humano pela forma corajosa e digna como decidimos carregar essa dor. 9. Eu costumo culpar a minha genética e a minha criação por ser do jeito que sou. Posso mudar? A Logoterapia defende que o ser humano tem "liberdade da vontade". É claro que não somos totalmente livres das nossas condições biológicas (genética), psicológicas e sociais (ambiente). No entanto, nós temos a liberdade de tomar uma posição e escolher a nossa atitude diante desses condicionamentos. O homem não é um robô; ele sempre tem a capacidade de se elevar acima de suas condições e mudar. 10. Tenho muito medo de certas situações (como falar em público) e só de pensar nisso eu começo a gaguejar ou suar. O que posso fazer? Para esses medos (que a psicologia chama de ansiedade antecipatória, onde o próprio medo faz acontecer o que você teme), a Logoterapia utiliza uma técnica chamada "Intenção Paradoxal". O paciente é encorajado a desejar fazer, com bastante humor e exagero, exatamente aquilo que ele tem medo que aconteça. Por exemplo, se você tem medo de suar em público, deve dizer a si mesmo: "Vou suar o triplo agora, vou mostrar a todos como eu suo litros!". Ao rir de si mesmo e parar de lutar contra o sintoma, o círculo do medo se quebra e a ansiedade tende a desaparecer. REFERÊNCIAS FRANKL, Viktor E. A vontade de sentido: fundamentos e aplicações da logoterapia. Tradução de Ivo Studart Pereira. São Paulo: Paulus, 2011. FRANKL, Viktor E. Conceitos Básicos de Logoterapia. Tradução de Walter O. Schlupp. Mens Sana Publicações Eletrônicas, 2011. FRANKL, Viktor E. Em busca de sentido: um psicólogo no campo de concentração. 35. ed. São Leopoldo: Sinodal; Petrópolis: Vozes, 1991. FRANKL, Viktor E. O que não está escrito nos meus livros: Memórias. Tradução de Cláudia Abeling. São Paulo: É Realizações, 2010. FRANKL, Viktor E. O sofrimento de uma vida sem sentido: caminhos para encontrar a razão de viver. São Paulo: É Realizações, 2015. FRANKL, Viktor E. Psicoterapia para todos: uma psicoterapia coletiva para contrapor-se à neurose coletiva. Tradução de Antônio Estêvão Allgayer. Petrópolis: Vozes, 1990. FRANKL, Viktor E. Sobre o sentido da vida. Tradução de Karleno Bocarro. São Paulo: SOBRAL, [s.d.]. LUKAS, Elisabeth. Logoterapia: a força desafiadora do espírito. Tradução de José de Sá Porto. São Paulo: Loyola, 1985. RODRIGUES, Malone. A busca de sentido da vida para o jovem contemporâneo em Vikor Frankl. Monografia (Graduação em Filosofia) - Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Porto Alegre, 2015.
- Formação em Facilitação do Protocolo de Meditação Slow (PMS) abre novas turmas online
Malone Rodrigues, criador da prática slow. Uma nova oportunidade para quem deseja aprofundar a prática meditativa e aprender a conduzir experiências de atenção e desaceleração está com inscrições abertas. Trata-se da Formação em Facilitação do Protocolo de Meditação Slow (PMS) , um percurso estruturado que une vivência prática e formação metodológica, conduzido pelo psicólogo e filósofo Malone Rodrigues, autor da prática e do livro Meditação Slow. Baixe o PDF com todas as informações A formação será realizada de forma online, por meio da plataforma Google Meet, permitindo a participação de pessoas de diferentes regiões. Com encontros ao vivo, o curso foi desenhado para oferecer não apenas conhecimento teórico, mas uma experiência concreta de transformação na relação com o tempo, a atenção e o próprio ritmo de vida. O percurso está organizado em dois momentos complementares. Na primeira etapa, os participantes são convidados a vivenciar o Protocolo de Meditação Slow, experimentando práticas que desenvolvem presença, consciência corporal e regulação da atenção. Na segunda etapa, o foco se volta à formação em facilitação, com orientações sobre como conduzir práticas com segurança, intencionalidade e base metodológica. Manifeste seu interesse preenchendo o link; ainda não é a inscrição, mas assim entraremos em contato com você. Módulo 1 — Vivência do Protocolo (PMS) Encontro 1 Introdução à Prática Slow Fundamentos da Meditação Slow e primeiro contato com o protocolo. Encontro 2 Atenção e Olfato Exercícios de presença a partir da percepção olfativa. Encontro 3 Atenção e Audição Escuta consciente e aprofundamento da atenção auditiva. Encontro 4 Atenção e Visão Treino do olhar atento e contemplativo. Encontro 5 Atenção e Tato Consciência corporal e percepção sensorial pelo toque. Encontro 6 Atenção e Paladar Prática de presença aplicada à alimentação consciente. Módulo 2 — Formação em Facilitação Encontro 7 Fundamentos da Filosofia Slow Bases conceituais da desaceleração e sua relação com o cuidado. Encontro 8 Estrutura do Protocolo de Meditação Slow (PMS) Compreensão técnica do método e suas etapas. Encontro 9 Organização Pessoal para a Prática Rotina, disciplina e construção de um espaço de prática. Encontro 10 Aplicações em Contextos Profissionais Como conduzir práticas em empresas, escolas e outros espaços. Encontro 11 Facilitação de Grupos e Pessoas Postura do facilitador, condução e manejo de grupo. Encontro 12 Desenvolvimento de Práticas Contemplativas Criação de experiências e atividades a partir do protocolo. Ao longo dos encontros, os participantes terão acesso a um conjunto de materiais exclusivos, incluindo o livro físico Meditação Slow , material didático estruturado, uma série de áudios guiados e um grupo fechado de acompanhamento, favorecendo a continuidade da prática para além das sessões ao vivo. A formação contará com duas opções de turma: às segundas-feiras, das 17h às 18h30, e às sextas-feiras, das 9h40 às 11h. O investimento é de R$ 1.080,00 (à vista), com possibilidade de parcelamento em até 12 vezes de R$ 108,72,00. Mais do que um curso introdutório, a proposta é oferecer um caminho consistente para quem deseja aprofundar sua prática pessoal e, ao mesmo tempo, desenvolver habilidades para conduzir outras pessoas em experiências de meditação e desaceleração, a partir de um protocolo estruturado. Ao final da formação, os participantes receberão certificado de participação. As vagas são limitadas, e os interessados podem manifestar seu interesse por meio do formulário disponível no link abaixo: clique aqui ou acesse o link: https://forms.gle/2FWUFFptc6LLzmX39 Conheça quem vai conduzir essa experiência do protocolo de meditação slow Malone Rodrigues atua há mais de 10 anos conduzindo e facilitando práticas atencionais de meditação em universidades, escolas, empresas e instituições. É psicólogo pela PUCRS (CRP 07/42062) e filósofo pela mesma instituição, especialista (Lato Sensu) em Psicologia Positiva e Ciência do Bem-Estar, pós-graduando em Logoterapia e Análise Existencial e mestrando em Filosofia pela PUCRS. É instrutor de meditação pela Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) e professor de pós-graduação na PUC-Paraná e no Instituto de Psicologia Aplicada Sapiens. Possui certificação internacional em Chief Happiness Officer pelo Instituto Feliciência e pela Woohoo Partners, da Dinamarca. É autor do livro Meditação Slow: encontre o ritmo saudável da vida através da meditação slow e atua promovendo práticas e formações em meditação, inteligência atencional, interioridade, ikigai e sentido de vida. É sócio-fundador da Inspirare Centro de Saúde e Bem-Estar, onde atende como psicólogo clínico e lidera projetos voltados à saúde mental. Também desenvolve pesquisas sobre o impacto da meditação e da espiritualidade na busca de sentido de vida e é membro associado da ABLAE, Associação Brasileira de Logoterapia e Análise Existencial. Ficou com dúvida e quer saber mais? Manifeste seu interesse preenchendo o link; ainda não é a inscrição, mas assim entraremos em contato com você. Entre em contato para conversar e entender melhor a proposta. E-mail: psico.malone@gmail.com | WhatsApp: (51) 99998-5958 | Instagram: @malone.rodrigues
- Como nasceu a Meditação Slow: da pressa do mundo ao ritmo da vida
Se eu te disser que a Meditação Slow nasceu de uma queda, talvez pareça força de expressão. Mas não é. Esse livro não é sobre parar tudo. É sobre aprender a viver no próprio ritmo. É sobre aprender a viver no próprio ritmo. Ela nasceu num daqueles dias em que o relógio aperta, a agenda empurra e a gente sente que está sempre chegando atrasado em algum lugar — mesmo quando chega no horário. Quando comecei a trabalhar na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul , recebi um desafio claro: pensar um projeto que ajudasse a comunidade universitária a cuidar do bem-estar , da interioridade e da espiritualidade . Missão dada, missão cumprida. Criei um projeto de meditação estruturado em dois eixos: formação e vivência . No início, funcionava bem. Workshops, palestras, encontros pontuais. Mas, passado um ano, algo ficou evidente para mim: isso não era suficiente . As pessoas saíam tocadas, inspiradas… e voltavam para a mesma vida acelerada de sempre. Foi então que comecei a conduzir práticas semanais de meditação . Com o tempo, percebi que não bastava oferecer experiências isoladas. Era preciso propor um percurso . Algo acessível, dinâmico, humano. Algo que coubesse na vida real. Quando Cronos cai no chão e Kairós aparece Foi num desses dias comuns — comuns demais — que algo inesperado aconteceu. Eu estava apressado. O tempo do relógio (Cronos) me pressionava. Deixei cair minha pasta no chão. Dentro dela, dois livros que eu estava lendo. Um falava sobre o Movimento Slow . O outro, sobre práticas de meditação . Quando os dois livros tocaram o chão, tive uma epifania. Naquele breve instante — um verdadeiro tempo de Kairós — pensei: “Por que não unir o Movimento Slow com a meditação?” Não como moda. Não como discurso bonito. Mas como caminho prático para viver melhor . Da ideia ao método A partir dali, comecei a pesquisar, estudar, sistematizar. Nasceu o protótipo do Programa de Meditação Slow . Depois da aprovação pelas instâncias oficiais da Universidade, iniciei a implementação. O programa foi apresentado a estudantes, professores e funcionários. Com a pandemia, ele precisou ser adaptado para o formato online — e foi justamente isso que permitiu que a prática ultrapassasse fronteiras, chegando a outros estados e países. Hoje, seguimos em um processo contínuo de divulgação e produção de pesquisas científicas , investigando os impactos da Meditação Slow no bem-estar, nos hábitos e nos padrões de pensamento dos praticantes. Foi com esse propósito que decidi compartilhar a metodologia neste livro: para que mais pessoas possam aprender, praticar e vivenciar . A Meditação Slow hoje Atualmente, a Meditação Slow não está apenas dentro da Universidade. Ela acontece em escolas, parques tecnológicos, hospitais e empresas . E preciso deixar algo muito claro: não se trata de tornar as pessoas mais lentas . Trata-se de ajudá-las a encontrar um ritmo de vida saudável , equilibrado, possível. Ou, como eu gosto de dizer, a encontrar a sua própria cadência existencial . Cronologicamente, se passaram apenas cinco anos desde o início dessa jornada. Ainda estamos no começo. Mas os frutos já são visíveis — e eu sei que, com a popularização da prática, poderemos aprofundar ainda mais os estudos, os benefícios e os impactos gerados. A teoria por trás da prática Existem muitas formas de definir meditação. E isso importa. Ao longo das minhas pesquisas, encontrei na obra do médico brasileiro Dr. Roberto Cardoso , especialmente no livro Medicina e Meditação , uma definição operacional que dialogava profundamente com aquilo que eu buscava. Tive a oportunidade de ser seu aluno na Formação de Facilitadores de Meditação em Saúde, promovida pela Unifesp, e desde então utilizo seus critérios como base técnica. Segundo essa abordagem, para que uma prática seja considerada meditação, ela precisa: utilizar uma técnica específica ; envolver relaxamento muscular em algum momento do processo; promover o chamado relaxamento da lógica ; ser um estado autoinduzido , com uso de autofocalização . A Meditação Slow nasce exatamente desse cuidado: unir rigor, simplicidade e humanidade. Como funciona a Meditação Slow O objetivo da prática é ajudar o praticante a encontrar um ritmo de vida adequado e saudável , por meio de meditação e exercícios atencionais. Ela acontece em dois momentos: A prática em si , com técnica e passos definidos, realizada individualmente ou em grupo. A integração com a vida , organizada pelo próprio praticante, respeitando sua subjetividade e rotina. O elo entre essas duas partes é o relato da experiência . Na prática individual, ele acontece por meio do diário dos sentidos . Na prática em grupo, por meio da partilha. Toda a metodologia está sustentada por um conjunto de fundamentos interconectados, organizados em níveis pedagógicos: Filosofia do Movimento Slow Equilíbrio sensorial Poimênica Conectando esses níveis, estão elementos essenciais como prosoché (atenção) , comportamento e comunidade . Nos próximos capítulos, exploro cada um desses aspectos com mais profundidade. Um convite final Se tu chegaste até aqui, talvez já tenhas percebido: a Meditação Slow não é uma técnica rápida para resolver a pressa. Ela é um convite para reaprender a viver no próprio ritmo . No livro Meditação Slow , compartilho essa caminhada, o método e as práticas que nasceram dela. Se fizer sentido pra ti, o livro está disponível no meu site. Talvez essa leitura seja um bom começo.
- O sentido da vida para o jovem contemporâneo — baixe meu TCC completo
Formatura em Filosofia. Durante minha graduação em Filosofia na PUCRS, dediquei minha pesquisa ao tema “O sentido da vida para o jovem contemporâneo em Viktor Frankl” . Esse trabalho marcou minha trajetória acadêmica e profissional, aproximando ainda mais minha caminhada da Logoterapia e do estudo sobre o sentido da vida. Hoje quero compartilhar esse material com você! 🌟O meu TCC completo está disponível gratuitamente para leitura e download. 👉 Clique no link e faça o download: Clique aqui Espero que essa pesquisa inspire reflexões profundas sobre a juventude, os desafios contemporâneos e a busca de sentido em nossas vidas.
- Psicólogo Malone Rodrigues ministra oficina sobre O Pequeno Príncipe no Colégio Pastor Dohms
Nos dias 25 e 26 de agosto, o psicólogo e filósofo Malone Rodrigues esteve no Colégio Pastor Dohms conduzindo uma oficina especial com os alunos do 5º ano. O encontro teve como tema central o clássico literário O Pequeno Príncipe , obra que as crianças estão lendo em sala de aula. A atividade foi marcada por momentos de motivação e incentivo à leitura, aproximando os estudantes do universo poético e filosófico do livro. Malone destacou passagens e valores presentes na narrativa de Antoine de Saint-Exupéry, convidando as crianças a refletirem sobre amizade, afeto e sentido da vida. Além de ministrar a oficina, Malone compartilhou com os alunos uma de suas grandes paixões: sua coleção dedicada a O Pequeno Príncipe . O psicólogo possui um acervo com mais de 200 itens , incluindo edições em diversos idiomas. Em cada viagem, ele busca novos exemplares e objetos relacionados à obra. “Esse livro me inspira a olhar para os valores do ser humano. Foi muito especial poder compartilhar com as crianças algo que faz parte da minha vida”, ressaltou Malone.
- Espiritualidade e saúde em diálogo: Malone Rodrigues participa do V Simpósio de Espiritualidade na Prática Clínica
“Espaços como este ampliam a reflexão sobre a espiritualidade de forma integral na saúde humana”, afirma Malone Rodrigues. Comissão organizadora e palestrantes. Nos dias 11 e 12 de julho de 2025, Porto Alegre foi palco de um importante encontro entre ciência, clínica e espiritualidade: o V Simpósio de Espiritualidade na Prática Clínica , promovido pelo Departamento de Psiquiatria e Espiritualidade da Associação de Psiquiatria do RS (APRS). Realizado presencialmente na AMRIGS, com transmissão ao vivo pelo Zoom, o evento reuniu profissionais de diferentes áreas em torno de uma proposta: refletir sobre os avanços, desafios e possibilidades do cuidado em saúde sob uma perspectiva profundamente humana. Entre mesas inter-religiosas, conferências com referências internacionais e debates sobre experiências anômalas, espiritualidade no fim da vida, compaixão e meditação, o simpósio foi um convite ao diálogo interdisciplinar. Malone Rodrigues , psicólogo, filósofo e instrutor de meditação, foi um dos painelistas do evento, trazendo contribuições sobre a consciência nas tradições religiosas . Em sua fala, aprofundou aspectos da espiritualidade católica, com destaque para a sensibilidade franciscana, e refletiu sobre a visão de Viktor Frankl na logoterapia, em que a consciência é compreendida como o “órgão do sentido”. Para ele, as práticas e tradições espirituais nos conduzem a reconhecer e viver esse sentido de maneira mais plena. “Foi muito especial estar neste evento. Espaços como este ajudam a ampliar a discussão sobre espiritualidade de forma integral, reconhecendo seu papel essencial na promoção da saúde e do cuidado humano”, destacou Malone. O simpósio reafirma a importância de integrar espiritualidade e ciência no cuidado clínico, com escuta, sensibilidade e profundidade. Acompanhe os eventos e atividades no instagram da DPE https://www.instagram.com/dpeaprs/
- Kalipè: um desejo, um caminho
andar sempre em um ritmo curto e lento Kalipè é uma palavra usada nas regiões do Himalaia como uma forma de saudação para quem parte em jornada pelas montanhas. Literalmente, deseja-se que a pessoa possa “ andar sempre em um ritmo curto e lento ”. Mas esse desejo vai muito além da velocidade dos passos. É um lembrete de que a caminhada — tanto física quanto existencial — não precisa ser apressada. Há sabedoria em quem caminha devagar, com presença, atento ao chão e ao horizonte. Em um mundo que valoriza a pressa, a produtividade e a constante superação, Kalipè é um convite à contracorrente. É uma filosofia de vida que acolhe os limites do corpo, as pausas do coração e a sabedoria do tempo. Caminhar com passos curtos e lentos não significa estagnação — significa presença. Significa respeitar o próprio ritmo, ouvir os sinais do corpo e da mente, e compreender que o destino não vale mais do que a forma como escolhemos caminhar até ele. Viver com Kalipè é um ato de rebeldia suave e consciente. É optar por uma existência mais gentil consigo mesmo e com o mundo. É trilhar a vida com serenidade, mesmo diante dos desafios, e cultivar uma atenção plena que nos conecta com o que realmente importa. Em cada passo lento, habita a possibilidade de reconexão — com a terra, com os outros, e com aquilo que nos sustenta por dentro.
- Malone Rodrigues fala sobre o Movimento Slow Living em entrevista ao jornal O Globo
O psicólogo e autor Malone Rodrigues compartilhou suas reflexões sobre o Movimento Slow Living em uma entrevista exclusiva ao jornal O Globo . A matéria, intitulada "Devagar e Sempre: Movimento Slow Living prega desacelerar para viver melhor" , explora a importância de desacelerar para cultivar saúde mental, equilíbrio e bem-estar em meio à correria da vida moderna. Na entrevista, Malone destacou como o movimento Slow pode ser incorporado ao cotidiano, tanto na vida pessoal quanto no ambiente organizacional, promovendo uma cultura de presença, atenção plena e cuidado com a saúde mental. A matéria ainda traz dicas práticas para aderir a esse estilo de vida transformador. Quer saber mais? Confira a notícia completa diretamente no site de O Globo clicando no link abaixo: Leia a entrevista completa aqui ou baixe o arquivo em PDF aqui #SlowLiving #MeditaçãoSlow #SaúdeMental #BemEstar
- Autocuidado: a chave para uma Vida Equilibrada
Descubra como cuidar do corpo, mente, emoções e espírito pode transformar seu bem-estar diário. O autocuidado é, em essência, a prática de cuidar de si mesmo de maneira consciente e intencional. Ele vai além de apenas atender às necessidades básicas do corpo — é um ato de respeito por si mesmo, uma escolha de valorizar o seu bem-estar. Trata-se de reconhecer que nossa saúde e equilíbrio dependem de diversos fatores e que cuidar de cada um deles é fundamental para viver de forma plena e significativa. O autocuidado pode ser visto em quatro dimensões essenciais: físico, mental, emocional e espiritual. Cuidar do corpo físico envolve alimentar-se bem, dormir adequadamente, praticar exercícios e garantir que nossas necessidades de saúde estejam sendo atendidas. No aspecto mental , o autocuidado inclui cultivar a clareza de pensamentos, manter a mente organizada e criar espaço para o aprendizado contínuo, seja por meio da leitura ou de práticas que nos ajudam a desafiar e acalmar a mente, como a meditação. A dimensão emocional refere-se à nossa capacidade de reconhecer e expressar sentimentos, lidar com as emoções de maneira saudável e criar uma rede de apoio significativa em nossas vidas. Já o autocuidado espiritual não está necessariamente ligado à religião, mas à busca por propósito e conexão, seja com algo maior, seja com a natureza, seja com o próprio eu. É sobre refletir sobre o sentido da vida e cultivar práticas que nos tragam paz interior e uma sensação de pertencimento. Aqui estão algumas dicas práticas para incorporar o autocuidado à rotina diária: Organize o espaço : Um ambiente organizado reflete na mente. Arrumar o espaço de trabalho ou descanso pode trazer mais leveza e produtividade. Escreva o que sente : Colocar no papel o que se passa internamente pode ser uma poderosa forma de se conhecer e de processar emoções. Cuide da alimentação : O que colocamos no nosso prato influencia diretamente nossa energia e disposição. Nutra-se de maneira consciente. Saia ao ar livre : Respirar ar fresco, caminhar e estar em contato com a natureza são formas de recarregar a mente e o corpo. Desconecte-se : Permita-se momentos de silêncio e distância das redes sociais e notificações. A quietude é uma fonte de renovação. Além de ações simples, o mais importante é que o autocuidado seja uma prática contínua e consciente. Ele não acontece em um único momento, mas é cultivado ao longo do tempo. E, ao cuidar de si mesmo, você também se prepara para enfrentar os desafios da vida com mais equilíbrio e tranquilidade. Se em algum momento você sentir que precisa de apoio, lembre-se de que a psicoterapia pode ser um espaço de acolhimento e autodescoberta. Estou aqui para ajudar nessa jornada.
- Psicólogo e Filósofo Malone Rodrigues cria Comunidade Online para Promover o Bem-Estar e Compartilhar Conhecimentos!
Malone lança espaço exclusivo no WhatsApp para discussão sobre Saúde Mental e Desenvolvimento Pessoal. O psicólogo e Filósofo Malone Rodrigues acaba de lançar uma nova iniciativa para fortalecer a conexão com seus pacientes e seguidores: uma comunidade online no WhatsApp. O espaço, que promete ser um ponto de encontro para aqueles que buscam por bem-estar e desenvolvimento pessoal, oferecerá conteúdos exclusivos, dicas práticas e a oportunidade de interagir com o profissional. Para fazer parte da comunidade, basta clicar aqui ou acessar o link: https://chat.whatsapp.com/JGGzyEYZTng48EReUgINcY "Pílulas de Autocuidado": Uma Dose Diária de Inspiração Uma das principais atrações da comunidade será a série "Pílulas de Autocuidado" . Nela, Malone compartilhará reflexões, dicas e exercícios práticos para promover o bem-estar emocional e físico. As pílulas serão entregues diariamente, como pequenas doses de inspiração para serem incorporadas à rotina. Acesso Antecipado a Novidades e Conteúdos Exclusivos Os membros da comunidade terão acesso privilegiado a todas as novidades relacionadas à carreira de Malone, como novos cursos, workshops e projetos. Além disso, conteúdos exclusivos serão produzidos especialmente para o grupo, oferecendo uma experiência única e personalizada. Sorteios e Presentes para a Comunidade Para tornar a experiência ainda mais especial, serão realizados sorteios de livros, cursos online e outros brindes relacionados ao bem-estar. A ideia é presentear os membros da comunidade e fortalecer os laços entre todos. Um Espaço para Conexão e Troca de Experiências A comunidade no WhatsApp será um espaço para que os participantes possam se conectar, trocar experiências e tirar dúvidas sobre temas relacionados à saúde mental e desenvolvimento pessoal. Malone Rodrigues estará presente para responder às perguntas e oferecer suporte aos membros. Malone destaca a importância de criar um ambiente acolhedor e seguro para que todos possam se sentir à vontade para compartilhar suas experiências e desafios. "Acredito que a comunidade online pode ser um poderoso instrumento para promover o bem-estar e o desenvolvimento pessoal. Estou muito animado para iniciar essa nova jornada com todos vocês", afirma o psicólogo. Para fazer parte da comunidade, basta clicar aqui ou acessar o link: https://chat.whatsapp.com/JGGzyEYZTng48EReUgINcY
- Psicoterapia Online ou Presencial: Qual é a melhor para você?
Com o avanço da tecnologia, a psicoterapia também se transformou. Nos últimos anos, temos visto uma expansão significativa das terapias online, algo que já existia, mas ganhou muito mais força, especialmente após a pandemia. Eu, como psicólogo e filósofo, tenho acompanhado de perto essa mudança e posso dizer que ela traz grandes benefícios. Mas, ao mesmo tempo, sei que o atendimento presencial continua sendo a melhor escolha para algumas pessoas, principalmente no início do processo psicoterapêutico. A psicoterapia online tem a grande vantagem da conveniência. Ela permite que as pessoas se conectem de onde estiverem, o que é especialmente importante para quem tem uma rotina mais corrida, mora longe dos grandes centros ou até mesmo para quem se sente mais confortável no ambiente da própria casa. Além disso, a tecnologia nos possibilita a troca de mensagens e videoconferências, garantindo que o processo terapêutico ocorra com a mesma qualidade e seriedade que seria em um consultório. Mas, ao longo dos meus atendimentos, percebo que para algumas pessoas o contato presencial é insubstituível. O ambiente do consultório pode proporcionar uma sensação de acolhimento que muitas vezes a tela do computador não consegue replicar. Estar frente a frente com o terapeuta pode criar um espaço de segurança e conexão mais profunda, principalmente para quem está começando sua jornada de autoconhecimento. O contato presencial, o olhar, o silêncio compartilhado, o estar presente fisicamente pode auxiliar na construção de um vínculo terapêutico mais rápido e, consequentemente, em uma confiança mútua que facilita o processo. Para muitas pessoas, iniciar a terapia de forma presencial pode ser um passo importante para que se sintam mais à vontade e seguras, o que não quer dizer que, posteriormente, elas não possam transitar para o formato online com a mesma eficácia. Cada pessoa é única, e o formato de terapia que funciona para uma pode não ser o ideal para outra. Por isso, gosto de conversar com meus pacientes sobre suas preferências e necessidades, e juntos encontramos a melhor forma de conduzir o processo. Se você está em dúvida sobre qual caminho seguir, podemos falar sobre o que mais se adapta à sua realidade e aos seus objetivos. Estou à disposição para atender tanto de forma presencial quanto online. O que importa é que você se sinta confortável e acolhido nessa jornada de autoconhecimento e autocuidado. Seja qual for o caminho escolhido, estarei aqui para caminhar ao seu lado. Atendimento presencial : Prédio Rossi Business Park Av. Ipiranga, 7464 - sala 710 Jardim Botânico, Porto Alegre - RS CEP: 90160-001 Atendimentos exclusivamente por agendamento. Atendimento online : De onde você estiver. Quer saber mais sobre como a psicoterapia pode te ajudar? Me chame aqui e agende uma conversa! Clique aqui











