Search this site
37 resultados encontrados com uma busca vazia
- Psicólogo Malone Rodrigues ministra oficina sobre O Pequeno Príncipe no Colégio Pastor Dohms
Nos dias 25 e 26 de agosto, o psicólogo e filósofo Malone Rodrigues esteve no Colégio Pastor Dohms conduzindo uma oficina especial com os alunos do 5º ano. O encontro teve como tema central o clássico literário O Pequeno Príncipe , obra que as crianças estão lendo em sala de aula. A atividade foi marcada por momentos de motivação e incentivo à leitura, aproximando os estudantes do universo poético e filosófico do livro. Malone destacou passagens e valores presentes na narrativa de Antoine de Saint-Exupéry, convidando as crianças a refletirem sobre amizade, afeto e sentido da vida. Além de ministrar a oficina, Malone compartilhou com os alunos uma de suas grandes paixões: sua coleção dedicada a O Pequeno Príncipe . O psicólogo possui um acervo com mais de 200 itens , incluindo edições em diversos idiomas. Em cada viagem, ele busca novos exemplares e objetos relacionados à obra. “Esse livro me inspira a olhar para os valores do ser humano. Foi muito especial poder compartilhar com as crianças algo que faz parte da minha vida”, ressaltou Malone.
- Espiritualidade e saúde em diálogo: Malone Rodrigues participa do V Simpósio de Espiritualidade na Prática Clínica
“Espaços como este ampliam a reflexão sobre a espiritualidade de forma integral na saúde humana”, afirma Malone Rodrigues. Comissão organizadora e palestrantes. Nos dias 11 e 12 de julho de 2025, Porto Alegre foi palco de um importante encontro entre ciência, clínica e espiritualidade: o V Simpósio de Espiritualidade na Prática Clínica , promovido pelo Departamento de Psiquiatria e Espiritualidade da Associação de Psiquiatria do RS (APRS). Realizado presencialmente na AMRIGS, com transmissão ao vivo pelo Zoom, o evento reuniu profissionais de diferentes áreas em torno de uma proposta: refletir sobre os avanços, desafios e possibilidades do cuidado em saúde sob uma perspectiva profundamente humana. Entre mesas inter-religiosas, conferências com referências internacionais e debates sobre experiências anômalas, espiritualidade no fim da vida, compaixão e meditação, o simpósio foi um convite ao diálogo interdisciplinar. Malone Rodrigues , psicólogo, filósofo e instrutor de meditação, foi um dos painelistas do evento, trazendo contribuições sobre a consciência nas tradições religiosas . Em sua fala, aprofundou aspectos da espiritualidade católica, com destaque para a sensibilidade franciscana, e refletiu sobre a visão de Viktor Frankl na logoterapia, em que a consciência é compreendida como o “órgão do sentido”. Para ele, as práticas e tradições espirituais nos conduzem a reconhecer e viver esse sentido de maneira mais plena. “Foi muito especial estar neste evento. Espaços como este ajudam a ampliar a discussão sobre espiritualidade de forma integral, reconhecendo seu papel essencial na promoção da saúde e do cuidado humano”, destacou Malone. O simpósio reafirma a importância de integrar espiritualidade e ciência no cuidado clínico, com escuta, sensibilidade e profundidade. Acompanhe os eventos e atividades no instagram da DPE https://www.instagram.com/dpeaprs/
- Kalipè: um desejo, um caminho
andar sempre em um ritmo curto e lento Kalipè é uma palavra usada nas regiões do Himalaia como uma forma de saudação para quem parte em jornada pelas montanhas. Literalmente, deseja-se que a pessoa possa “andar sempre em um ritmo curto e lento”. Mas esse desejo vai muito além da velocidade dos passos. É um lembrete de que a caminhada — tanto física quanto existencial — não precisa ser apressada. Há sabedoria em quem caminha devagar, com presença, atento ao chão e ao horizonte. Em um mundo que valoriza a pressa, a produtividade e a constante superação, Kalipè é um convite à contracorrente. É uma filosofia de vida que acolhe os limites do corpo, as pausas do coração e a sabedoria do tempo. Caminhar com passos curtos e lentos não significa estagnação — significa presença. Significa respeitar o próprio ritmo, ouvir os sinais do corpo e da mente, e compreender que o destino não vale mais do que a forma como escolhemos caminhar até ele. Viver com Kalipè é um ato de rebeldia suave e consciente. É optar por uma existência mais gentil consigo mesmo e com o mundo. É trilhar a vida com serenidade, mesmo diante dos desafios, e cultivar uma atenção plena que nos conecta com o que realmente importa. Em cada passo lento, habita a possibilidade de reconexão — com a terra, com os outros, e com aquilo que nos sustenta por dentro.
- Malone Rodrigues fala sobre o Movimento Slow Living em entrevista ao jornal O Globo
O psicólogo e autor Malone Rodrigues compartilhou suas reflexões sobre o Movimento Slow Living em uma entrevista exclusiva ao jornal O Globo . A matéria, intitulada "Devagar e Sempre: Movimento Slow Living prega desacelerar para viver melhor" , explora a importância de desacelerar para cultivar saúde mental, equilíbrio e bem-estar em meio à correria da vida moderna. Na entrevista, Malone destacou como o movimento Slow pode ser incorporado ao cotidiano, tanto na vida pessoal quanto no ambiente organizacional, promovendo uma cultura de presença, atenção plena e cuidado com a saúde mental. A matéria ainda traz dicas práticas para aderir a esse estilo de vida transformador. Quer saber mais? Confira a notícia completa diretamente no site de O Globo clicando no link abaixo: Leia a entrevista completa aqui ou baixe o arquivo em PDF aqui #SlowLiving #MeditaçãoSlow #SaúdeMental #BemEstar
- Autocuidado: a chave para uma Vida Equilibrada
Descubra como cuidar do corpo, mente, emoções e espírito pode transformar seu bem-estar diário. O autocuidado é, em essência, a prática de cuidar de si mesmo de maneira consciente e intencional. Ele vai além de apenas atender às necessidades básicas do corpo — é um ato de respeito por si mesmo, uma escolha de valorizar o seu bem-estar. Trata-se de reconhecer que nossa saúde e equilíbrio dependem de diversos fatores e que cuidar de cada um deles é fundamental para viver de forma plena e significativa. O autocuidado pode ser visto em quatro dimensões essenciais: físico, mental, emocional e espiritual. Cuidar do corpo físico envolve alimentar-se bem, dormir adequadamente, praticar exercícios e garantir que nossas necessidades de saúde estejam sendo atendidas. No aspecto mental , o autocuidado inclui cultivar a clareza de pensamentos, manter a mente organizada e criar espaço para o aprendizado contínuo, seja por meio da leitura ou de práticas que nos ajudam a desafiar e acalmar a mente, como a meditação. A dimensão emocional refere-se à nossa capacidade de reconhecer e expressar sentimentos, lidar com as emoções de maneira saudável e criar uma rede de apoio significativa em nossas vidas. Já o autocuidado espiritual não está necessariamente ligado à religião, mas à busca por propósito e conexão, seja com algo maior, seja com a natureza, seja com o próprio eu. É sobre refletir sobre o sentido da vida e cultivar práticas que nos tragam paz interior e uma sensação de pertencimento. Aqui estão algumas dicas práticas para incorporar o autocuidado à rotina diária: Organize o espaço : Um ambiente organizado reflete na mente. Arrumar o espaço de trabalho ou descanso pode trazer mais leveza e produtividade. Escreva o que sente : Colocar no papel o que se passa internamente pode ser uma poderosa forma de se conhecer e de processar emoções. Cuide da alimentação : O que colocamos no nosso prato influencia diretamente nossa energia e disposição. Nutra-se de maneira consciente. Saia ao ar livre : Respirar ar fresco, caminhar e estar em contato com a natureza são formas de recarregar a mente e o corpo. Desconecte-se : Permita-se momentos de silêncio e distância das redes sociais e notificações. A quietude é uma fonte de renovação. Além de ações simples, o mais importante é que o autocuidado seja uma prática contínua e consciente. Ele não acontece em um único momento, mas é cultivado ao longo do tempo. E, ao cuidar de si mesmo, você também se prepara para enfrentar os desafios da vida com mais equilíbrio e tranquilidade. Se em algum momento você sentir que precisa de apoio, lembre-se de que a psicoterapia pode ser um espaço de acolhimento e autodescoberta. Estou aqui para ajudar nessa jornada.
- Psicólogo e Filósofo Malone Rodrigues cria Comunidade Online para Promover o Bem-Estar e Compartilhar Conhecimentos!
Malone lança espaço exclusivo no WhatsApp para discussão sobre Saúde Mental e Desenvolvimento Pessoal. O psicólogo e Filósofo Malone Rodrigues acaba de lançar uma nova iniciativa para fortalecer a conexão com seus pacientes e seguidores: uma comunidade online no WhatsApp. O espaço, que promete ser um ponto de encontro para aqueles que buscam por bem-estar e desenvolvimento pessoal, oferecerá conteúdos exclusivos, dicas práticas e a oportunidade de interagir com o profissional. Para fazer parte da comunidade, basta clicar aqui ou acessar o link: https://chat.whatsapp.com/JGGzyEYZTng48EReUgINcY "Pílulas de Autocuidado": Uma Dose Diária de Inspiração Uma das principais atrações da comunidade será a série "Pílulas de Autocuidado" . Nela, Malone compartilhará reflexões, dicas e exercícios práticos para promover o bem-estar emocional e físico. As pílulas serão entregues diariamente, como pequenas doses de inspiração para serem incorporadas à rotina. Acesso Antecipado a Novidades e Conteúdos Exclusivos Os membros da comunidade terão acesso privilegiado a todas as novidades relacionadas à carreira de Malone, como novos cursos, workshops e projetos. Além disso, conteúdos exclusivos serão produzidos especialmente para o grupo, oferecendo uma experiência única e personalizada. Sorteios e Presentes para a Comunidade Para tornar a experiência ainda mais especial, serão realizados sorteios de livros, cursos online e outros brindes relacionados ao bem-estar. A ideia é presentear os membros da comunidade e fortalecer os laços entre todos. Um Espaço para Conexão e Troca de Experiências A comunidade no WhatsApp será um espaço para que os participantes possam se conectar, trocar experiências e tirar dúvidas sobre temas relacionados à saúde mental e desenvolvimento pessoal. Malone Rodrigues estará presente para responder às perguntas e oferecer suporte aos membros. Malone destaca a importância de criar um ambiente acolhedor e seguro para que todos possam se sentir à vontade para compartilhar suas experiências e desafios. "Acredito que a comunidade online pode ser um poderoso instrumento para promover o bem-estar e o desenvolvimento pessoal. Estou muito animado para iniciar essa nova jornada com todos vocês", afirma o psicólogo. Para fazer parte da comunidade, basta clicar aqui ou acessar o link: https://chat.whatsapp.com/JGGzyEYZTng48EReUgINcY
- Psicoterapia Online ou Presencial: Qual é a melhor para você?
Com o avanço da tecnologia, a psicoterapia também se transformou. Nos últimos anos, temos visto uma expansão significativa das terapias online, algo que já existia, mas ganhou muito mais força, especialmente após a pandemia. Eu, como psicólogo e filósofo, tenho acompanhado de perto essa mudança e posso dizer que ela traz grandes benefícios. Mas, ao mesmo tempo, sei que o atendimento presencial continua sendo a melhor escolha para algumas pessoas, principalmente no início do processo psicoterapêutico. A psicoterapia online tem a grande vantagem da conveniência. Ela permite que as pessoas se conectem de onde estiverem, o que é especialmente importante para quem tem uma rotina mais corrida, mora longe dos grandes centros ou até mesmo para quem se sente mais confortável no ambiente da própria casa. Além disso, a tecnologia nos possibilita a troca de mensagens e videoconferências, garantindo que o processo terapêutico ocorra com a mesma qualidade e seriedade que seria em um consultório. Mas, ao longo dos meus atendimentos, percebo que para algumas pessoas o contato presencial é insubstituível. O ambiente do consultório pode proporcionar uma sensação de acolhimento que muitas vezes a tela do computador não consegue replicar. Estar frente a frente com o terapeuta pode criar um espaço de segurança e conexão mais profunda, principalmente para quem está começando sua jornada de autoconhecimento. O contato presencial, o olhar, o silêncio compartilhado, o estar presente fisicamente pode auxiliar na construção de um vínculo terapêutico mais rápido e, consequentemente, em uma confiança mútua que facilita o processo. Para muitas pessoas, iniciar a terapia de forma presencial pode ser um passo importante para que se sintam mais à vontade e seguras, o que não quer dizer que, posteriormente, elas não possam transitar para o formato online com a mesma eficácia. Cada pessoa é única, e o formato de terapia que funciona para uma pode não ser o ideal para outra. Por isso, gosto de conversar com meus pacientes sobre suas preferências e necessidades, e juntos encontramos a melhor forma de conduzir o processo. Se você está em dúvida sobre qual caminho seguir, podemos falar sobre o que mais se adapta à sua realidade e aos seus objetivos. Estou à disposição para atender tanto de forma presencial quanto online. O que importa é que você se sinta confortável e acolhido nessa jornada de autoconhecimento e autocuidado. Seja qual for o caminho escolhido, estarei aqui para caminhar ao seu lado. Atendimento presencial : Prédio Rossi Business Park Av. Ipiranga, 7464 - sala 710 Jardim Botânico, Porto Alegre - RS CEP: 90160-001 Atendimentos exclusivamente por agendamento. Atendimento online : De onde você estiver. Quer saber mais sobre como a psicoterapia pode te ajudar? Me chame aqui e agende uma conversa! Clique aqui
- Aceleração Social: O impacto da síndrome da pressa na saúde e o caminho para o bem-estar
Vivemos em uma era marcada pela aceleração social, onde a constante pressão para sermos produtivos e eficientes muitas vezes nos leva a um estado de exaustão física e mental. A "Síndrome da Pressa", como é conhecida essa condição, tem se tornado cada vez mais comum na sociedade moderna, afetando diretamente a saúde e o bem-estar das pessoas. Mas como podemos encontrar um ritmo de vida mais equilibrado em meio a esse turbilhão? Segundo o psicólogo e filósofo Malone Rodrigues, especialista em Ciência do Bem-Estar, práticas contemplativas como a Meditação Slow podem ser a chave para restaurar o equilíbrio em nossas vidas. Malone Rodrigues, que dedica sua carreira ao estudo da aceleração social e suas consequências, explica que a Síndrome da Pressa não é apenas uma questão de se sentir ocupado o tempo todo. "A aceleração social é uma característica da vida moderna, onde somos constantemente bombardeados com informações e expectativas de produtividade. Isso cria um estado de hiperatividade mental que muitas vezes nos desconecta do momento presente e de nós mesmos", afirma Rodrigues. Recentemente, Malone lançou um livro que tem ganhado destaque no campo da saúde mental e do bem-estar: "Meditação Slow: Encontre o Ritmo Saudável da Vida Através da Meditação Slow" . Nele, o autor apresenta uma metodologia inovadora de meditação, desenvolvida ao longo de suas pesquisas na PUCRS, que busca justamente desacelerar a mente e o corpo. "A Meditação Slow é uma prática que vai além do exercício de relaxamento. Ela é um convite para uma profunda reconexão consigo mesmo, resgatando o sentido do aqui e agora", destaca o psicólogo. De acordo com Rodrigues, a prática regular de meditação e mindfulness tem mostrado resultados promissores na melhoria da saúde mental e na redução dos efeitos da aceleração social. "Precisamos entender que nosso corpo e nossa mente têm limites. A meditação, especialmente a Meditação Slow, oferece um espaço seguro para que possamos pausar, respirar e nos reconectar com o que realmente importa. Ela nos ensina a viver no presente e a lidar melhor com o estresse e a ansiedade ", completa. O livro de Malone também explora como a aceleração social afeta não só a mente, mas também o corpo. " Vivemos em um ritmo que não é natural para nossa biologia. Essa desconexão pode levar a uma série de problemas de saúde, desde distúrbios do sono até doenças crônicas. Minha pesquisa busca demonstrar como práticas contemplativas podem ser ferramentas eficazes para restabelecer um ritmo de vida mais saudável e sustentável", explica. Para aqueles que sentem que a vida tem sido uma corrida sem fim, Malone Rodrigues sugere a Meditação Slow como um primeiro passo para desacelerar. "O caminho para o bem-estar começa com pequenas mudanças. Ao integrar práticas contemplativas em nosso cotidiano, podemos cultivar um maior equilíbrio emocional e um profundo senso de propósito. Afinal, cada um de nós tem o poder de escolher o ritmo de sua própria vida", conclui. A obra de Malone Rodrigues está disponível nas principais livrarias e oferece uma leitura acessível e prática para aqueles que buscam aprender a desacelerar e encontrar um novo caminho para a saúde e o bem-estar. Para mais informações sobre a Meditação Slow e outras práticas recomendadas por Malone, acesse seu site oficial.
- Explicação do Logotipo: Uma Síntese de Corpo, Mente e Espírito
O logotipo escolhido para representar meu trabalho carrega consigo um simbolismo profundo e significativo, inspirado pela integração das filosofias antigas e os princípios modernos da psicologia. Ele evoca a imagem de uma montanha, que simboliza a busca constante por crescimento, superação e evolução pessoal. A montanha é, ao mesmo tempo, um desafio e um objetivo, um lugar de refúgio e contemplação, representando a jornada interior que todos devemos empreender para alcançar um estado de equilíbrio e harmonia. As três faces do logotipo não só sugerem a forma de uma montanha, mas também representam a integridade do ser humano em sua totalidade: corpo, mente e espírito. Esse conceito trinitário é fundamental tanto na filosofia quanto na psicologia, onde o bem-estar verdadeiro é alcançado através do alinhamento desses três elementos. O corpo representa o aspecto físico, a base que sustenta nossa existência; a mente, o centro de pensamentos e emoções, o terreno onde o autoconhecimento e a autoconsciência florescem; e o espírito, a essência mais profunda, onde encontramos significado e conexão com algo maior. A forma arredondada e envolvente das linhas sugere movimento e fluidez, enfatizando a ideia de que o equilíbrio é um processo dinâmico, um fluxo contínuo entre os diferentes aspectos do ser. Assim, o logotipo se torna um reflexo visual da prática terapêutica que eu proponho: uma abordagem integrativa que busca harmonizar o corpo, a mente e o espírito para promover uma vida mais plena, consciente e equilibrada. Portanto, o logotipo não é apenas um símbolo, mas um convite visual para uma viagem interior, uma chamada à ação para todos que buscam harmonizar suas vidas, equilibrar seus desafios e encontrar um propósito mais profundo e significativo.
- "Quando me perguntam qual é a minha abordagem terapêutica..."
Que tal começarmos por aí? Essa pergunta, na verdade, me deixa um pouco desconfortável. É como se esperassem que eu me encaixasse em uma caixinha com um rótulo bem definido: "Psicoterapeuta Cognitivo-Comportamental", "Psicanalista", "Psicólogo Positivo". Mas será que a gente cabe mesmo em caixinhas quando o assunto é trabalhar com seres humanos? Não me entendam mal, eu acredito na importância de dominar as teorias e técnicas. Afinal, elas são como ferramentas que nos ajudam a entender melhor o que se passa na mente das pessoas. Mas, assim como um marceneiro tem diversas ferramentas à sua disposição, eu também acredito que um psicoterapeuta precisa ter um repertório amplo para lidar com a complexidade da experiência humana. Ao longo da minha formação, me inspirei em diversos autores e teorias. A logoterapia de Viktor Frankl me mostrou a importância de encontrar um sentido para a vida, mesmo diante das maiores adversidades. A abordagem centrada na pessoa de Carl Rogers me ensinou a valorizar a experiência subjetiva de cada indivíduo. O construtivismo de Michael Mahoney me ajudou a entender que somos co-criadores de nossas próprias realidades. E a Psicologia Positiva de Martin Seligman me mostrou que o foco no bem-estar pode ser um caminho poderoso para a transformação. Mas minha jornada não se limita à psicologia. A filosofia e a teologia também exercem uma grande influência sobre o meu trabalho. Os pensamentos de Santo Agostinho, São Francisco de Assis e outros grandes pensadores me ajudam a refletir sobre questões existenciais e a encontrar um sentido mais profundo para a vida. E os filósofos, como Nietzsche, Sartre e Foucault, me proporcionam diferentes perspectivas para analisar a sociedade e a cultura. Acredito que essa diversidade de influências me permite oferecer um atendimento mais personalizado e abrangente aos meus pacientes. Afinal, cada pessoa é única e merece um cuidado individualizado. Em vez de me prender a uma única abordagem, busco integrar diferentes perspectivas para criar um plano terapêutico que atenda às necessidades específicas de cada indivíduo. E você, o que pensa sobre isso? Acredita que a psicoterapia deve ser mais flexível e aberta a diferentes abordagens, ou prefere um tratamento mais estruturado e baseado em evidências científicas? Compartilhe sua opinião nos comentários!
- Desacelere e Encontre a Paz: Baixe Agora 5 Áudios de Meditação Gratuitos!
Benefícios das Práticas Contemplativas Em meio à correria do dia a dia, encontrar um momento de paz e tranquilidade pode parecer um desafio insuperável. No entanto, as práticas contemplativas, como a meditação, oferecem uma maneira eficaz de desacelerar e reencontrar o equilíbrio interior. Estudos científicos têm demonstrado que a meditação pode reduzir significativamente os níveis de estresse e ansiedade, melhorar a concentração e a atenção, e promover um estado geral de bem-estar. A prática regular da meditação pode transformar a maneira como percebemos e reagimos ao mundo ao nosso redor, promovendo uma mente mais calma e focada. Além dos benefícios emocionais e mentais, a meditação também tem efeitos positivos comprovados na saúde física. Reduz a pressão arterial, melhora a qualidade do sono e fortalece o sistema imunológico. Ao dedicar apenas alguns minutos por dia para meditar, você pode experimentar uma melhora notável na sua qualidade de vida. A prática contemplativa nos ensina a viver o momento presente com mais intensidade e compaixão, ajudando-nos a criar uma vida mais equilibrada e harmoniosa. Meditação Slow: Encontre o ritmo saudável da vida através da Meditação Slow! A vida moderna nos empurra para um ritmo frenético, em que estamos sempre correndo, conectados e acelerados. Em meio a esse turbilhão de atividades, às vezes, perdemos contato com nós mesmos e com o momento presente. E se houvesse uma maneira de desacelerar, de encontrar um oásis de calma em meio ao caos? Uma das respostas está na Meditação Slow. A Meditação Slow vai além do exercício, pois é uma prática que permeia todos os aspectos da nossa vida. Complementada por práticas atencionais e desafios, ela nos conduz a um processo de reconexão profunda. É um despertar atencional, resgatando os sentidos que muitas vezes são usados de forma automática. Por intermédio dessa prática, somos envolvidos pela experiência do aqui e agora. Ao longo dos capítulos, o autor apresenta teorias, conceitos e técnicas, tornando a Meditação Slow acessível e compreensível. Aprenda a explorar sentimentos, sensações e percepções com profundidade, treinando seu corpo e cérebro para uma conexão autêntica consigo e com o mundo ao seu redor. Descubra como essa prática impacta positivamente seu bem-estar, levando-o a um estado de harmonia e equilíbrio. Para ajudar você a começar sua jornada de meditação, estou disponibilizando gratuitamente 5 áudios de meditações silenciosas. Esses áudios foram criados para proporcionar momentos de introspecção e calma, permitindo que você experimente os benefícios das práticas contemplativas. Meditação silenciosa 3min em áudio MP4 - Acesse o arquivo clicando aqui Meditação silenciosa 5min em áudio MP4 - Acesse o arquivo clicando aqui Meditação silenciosa 10min em áudio MP4 - Acesse o arquivo clicando aqui Meditação silenciosa 25min em áudio MP4 - Acesse o arquivo clicando aqui Meditação silenciosa 30min em áudio MP4 - Acesse o arquivo clicando aqui
- Os efeitos da música e dos vídeos acelerados
Especialistas veem risco de ansiedade e dificuldade de atenção. Fonte: O Estado de S. Paulo. 21 May 2023. LEON FERRARI JEFFERSON BERNARDES / ESTADÃO ‘Mó diferente’. ‘Não faz isso, não. A vida é em 1x’, disse streamer de futebol a fã que se surpreendeu com voz no ritmo normal. Troca rápida de planos, cores vibrantes, sons explosivos e personagens “ligados no 220V”. O sucesso do filme Tudo em Todo Lugar ao Mesmo Tempo não é à toa. A rotina moderna tem sido cada vez mais acelerada e fragmentada. Os sintomas desse ritmo são evidenciados pelo que consumimos – e pelo modo como fazemos isso. Desde que o aplicativo WhatsApp permitiu acelerar mensagens de áudio e as plataformas de streaming, como o YouTube, fizeram o mesmo com vídeos. E há quem só ouça e assista na velocidade 2. Pesquisas já alertam sobre o risco desses hábitos. Músicas em rotação acima do normal, que deixam mais aguda a voz de quem canta, os “sped up songs” ou “speed up songs” se popularizaram no TikTok e ganham o topo das paradas. Artistas pop, como Lady Gaga, já lançaram versões aceleradas de músicas. No fim de 2022, o streamer de futebol Casimiro se deparou com a seguinte mensagem em uma transmissão: “Estou pela primeira vez assistindo ao vivo, normalmente assisto no 2x. A voz é ‘mó’ diferente”. O influenciador reagiu: “Não faz isso, não. A vida é em 1x”. A apresentadora Déia Freitas, do podcast Não Inviabilize, entrou na brincadeira, mas conta ao Estadão que se sentia ofendida quando ouvintes diziam acelerar sua voz. Comentários assim vinham pelo Instagram, no qual ainda não é possível acelerar vídeos. “O contador de histórias gosta que prestem atenção nos detalhes. Ao acelerar, talvez percam algo nas pausas, que é parte do contexto da história.” Mas hoje isso não a incomoda mais. Ela própria, de 48 anos, passou a acelerar vídeos mais técnicos. “Paguei a língua.” O QUE DIZEM OS ESPECIALISTAS. Pesquisadores ouvidos pelo Estadão dizem que vivemos, de fato, em velocidade sem precedentes. Segundo eles, isso está ligado à tecnologia e teve como catalisador a pandemia, quando nos isolamos e usamos as telas para comunicação. Foi na quarentena que o gerente de consultoria tributária Gabriel Schneider, de 32 anos, começou a ver vídeos e ouvir podcasts em velocidade superior a 1x. “Nunca achei o recurso interessante. Foi necessidade. Tinha coisa demais para fazer. Queria consumir conteúdo, saber o que acontecia, sobre cuidados, ouvir artistas. Dentro do tempo que tinha, precisei acelerar.” Por um lado, o ritmo veloz economiza tempo em tarefas mecânicas, dizem. Por outro, perde-se espaço de escuta e contemplação, importante para a criatividade. Para evitar adoecimento mental e que as relações fiquem superficiais, os especialistas apontam que devemos definir a hora de acelerar e a de apertar a tecla de pausa. Esse equilíbrio é complexo. “Não é que a velocidade seja inevitável, mas a aceleração social do tempo é condição da nossa época”, afirma Michelle Prazeres, pesquisadora em comunicação, velocidade e tecnologias. Sociólogo, antropólogo e psicanalista, Tiago Pereira Andrade cita o conceito de modernidade líquida, do sociólogo polonês Zygmunt Bauman. “A ideia do líquido é o que vem, preenche todo o espaço e se esvazia rapidamente”, diz o coordenador do curso de Ciências do Consumo da ESPM. COMO E POR QUE ACELERAMOS? E o que veio primeiro: a aceleração da vida ou a tecnologia que permite acelerar? Não dá para dizer exatamente, mas os especialistas são unânimes em destacar que equipamentos e plataformas são o tecido da aceleração. Para se ter ideia, já em 2011 dois pesquisadores americanos, Martin Hilbert e Priscila López, concluíram, em artigo na revista Science, que a capacidade de comunicar, com o avanço da internet, cresceu 28% ao ano entre 1986 e 2007. Cada pessoa, em 1986, poderia enviar o equivalente informativo a duas páginas de jornal por dia. Em 2007, a taxa sobe para 360 páginas. “O algoritmo é feito para consumir de maneira supervolátil, para ir para o próximo conteúdo”, afirma. Carolina Terra, pesquisadora em comunicação digital e professora na Faculdade Cásper Líbero. Sozinha, porém, a tecnologia não explica tudo. “Nossa noção de progresso e futuro também é aceleratória”, afirma Michelle, idealizadora do movimento Desacelera SP, que articula projetos sobre reduzir o ritmo da vida na cidade. “Todos querem ser hiperprodutivos: seja no marketing pessoal nas redes ou no videogame, todo o mundo quer destaque”, completa Andrade. CÉREBRO. Ainda faltam estudos mais robustos sobre como isso afeta o cérebro, segundo Vanessa Clarissa Marchesin, doutora em Neurociência Aplicada e professora da ESPM. Mas ela diz que pesquisas feitas no exterior já alertam para o risco de problemas, como de ansiedade e atenção. “Ensinamos o cérebro a perceber a realidade acelerada, mas a vida não é assim. Ao falar com um amigo, ele não será rápido como o computador, e isso pode provocar ansiedade”, observa. “O cérebro tende a simular a reação atencional da internet.” Para especialistas, isso cria um risco de superficialidade: não ter mais paciência para ouvir o desabafo de um amigo, o sermão da mãe ou participar de discussões mais densas. “Em reuniões, quando alguém é um pouco prolixo ou demora numa explicação, bate a ansiedade”, admite Gabriel Scheneider. Maria Suzana Pereira, estudante de 22 anos, diz ser acelerada por natureza, mas acredita que a velocidade aumentou ainda mais depois que passou a consumir conteúdos acelerados. “Quem que me conhece não acha ruim quando falo: ‘O que aconteceu no final?’. Mas na construção de relações – de amizade ou amorosas –, tenho de me policiar para não ser essa pessoa apressada.” A recomendação dos especialistas é buscar equilíbrio: descobrir quando acelerar ou não. Para Carolina Terra, isso passa pela “consciência sobre como funcionam as plataformas”.










